A greve da CPTM teve início a partir da meia-noite desta segunda-feira (3), paralisando as atividades nas linhas 11, 12 e 13 em São Paulo. A paralisação foi convocada para contestar o projeto de privatização do trecho e cobrar garantias trabalhistas para a categoria.

Organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil, o movimento foi aprovado em assembleia após a concessão de prazo para negociações com o governo estadual. O protesto restringe-se às três linhas e não interfere no funcionamento das demais rotas paulistas.

Contestação da privatização e garantia de empregos

Entre as reivindicações, os grevistas pedem a anulação da concessão à empresa Trívia — processo temporariamente suspenso devido a um incêndio na semana de estreia — por considerá-lo lesivo. Além disso, exigem a preservação dos postos de trabalho de cerca de 4 mil empregados.

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Posição do governo de São Paulo

Por outro lado, o governador Tarcísio de Freitas reafirma que a transferência da gestão à iniciativa privada é fundamental para expandir e modernizar o sistema ferroviário, servindo de referência para parcerias futuras em serviços públicos.

FONTE/CRÉDITOS: Guilherme Jeronymo - Repórter da Agência Brasil