Banco Will
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O FGC (Fundo Garantidor de Créditos) iniciou nesta terça-feira (7) a segunda fase de pagamentos a clientes do Will Bank, voltada a credores com valores acima de R$ 1.000 e de até R$ 250 mil.

Nesta etapa, a expectativa é desembolsar R$ 6,06 bilhões para cerca de 312 mil pessoas. Os pagamentos são realizados por meio do aplicativo do próprio FGC, onde o cliente deve se cadastrar, enviar a documentação necessária e formalizar o pedido de ressarcimento.

O fundo afirma que é importante que as pessoas mantenham ativas as notificações do aplicativo para serem alertadas quanto à necessidade de alguma atuação para a evolução de seu processo.

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A nova fase sucede a antecipação iniciada em fevereiro, quando clientes com valores de até R$ 1.000 começaram a receber os recursos. Até agora, por meio do aplicativo do Will Bank, foram pagos R$ 126 milhões, o equivalente a 70,8% do total previsto para essa faixa, alcançando cerca de 1,1 milhão de credores.

O ressarcimento está ligado ao conglomerado Master, que reúne instituições como Banco Master, Master de Investimento e Letsbank. Ao todo, o FGC já pagou R$ 39,3 bilhões a clientes dessas instituições, o equivalente a 96,9% do valor estimado. Em número de beneficiários, cerca de 669 mil credores já receberam os recursos, o que corresponde a 90,24% do total previsto.

O fundo alerta que credores que já atingiram o teto de R$ 250 mil em garantias dentro do conglomerado não terão quantias adicionais a receber do Will Bank. Para aplicações feitas até 31 de agosto de 2024, no entanto, a garantia permanece limitada a R$ 250 mil por instituição. A partir de 1º de setembro de 2024, quando o Will Bank passou a integrar o conglomerado Master, o limite passou a ser unificado por grupo financeiro.

O FGC afirma ainda que os pagamentos a pessoas jurídicas, menores de idade e espólios seguem procedimentos específicos, com exigência de envio e análise de documentação. “Cada caso é tratado de acordo com as suas especificidades, o que impacta no prazo para recebimento da garantia”, diz o fundo.

FONTE/CRÉDITOS: Diario do Comercio