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A taxa de desemprego abaixo da média nacional de 5,4% foi registrada em 11 das 27 unidades da federação ao fim do segundo trimestre de 2026, conforme dados da Pnad Contínua divulgados nesta sexta-feira (14) pelo IBGE.
Em cinco estados, o índice ficou abaixo de 3%. O analista William Kratochwill aponta que fatores como industrialização e atividade econômica explicam as diferenças regionais.
Santa Catarina lidera com 2,1%, seguida por Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
O recuo na média nacional levou o índice de 6,1% no primeiro trimestre para 5,4% no segundo período do ano.
Quedas expressivas e estados
O desemprego diminuiu em 13 localidades do país, enquanto as demais permaneceram estáveis durante o período analisado.
O Rio Grande do Norte registrou a maior retração, com queda de 1,9 ponto percentual, seguido por Acre e Paraíba, ambos com recuo de 1,6 p.p.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa do IBGE apura o mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais, considerando ocupações formais, informais e por conta própria.
São consideradas desocupadas apenas as pessoas que buscaram vagas nos 30 dias anteriores, abrangendo 211 mil domicílios pesquisados.
Desemprego longo e perfil
O chamado desemprego longo atingiu 1,06 milhão de pessoas, o menor contingente da série histórica iniciada em 2012.
O levantamento mostra ainda que o desemprego para mulheres (6,4%) e para pretos (6,9%) e pardos (6,1%) ficou acima da média nacional.
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