A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo intensificou a campanha de vacinação contra a gripe, sarampo e febre amarela, como parte das celebrações do Dia Nacional da Imunização (9). A ação resultou na ampliação para 400 postos de vacinação em todas as áreas da metrópole. A mobilização teve início na segunda-feira (8) e prosseguirá até a próxima sexta-feira (12).

Os imunizantes estarão acessíveis em pontos estratégicos de grande fluxo de pessoas, incluindo:

  • No Mercado Municipal (dias 8, 9 e 10, das 9h às 16h);
  • No Museu do Ipiranga (dia 9, das 10h às 16h);
  • No Museu Catavento (dias 12 e 13 de junho, das 10h às 16h);
  • No Centro Olímpico Thomaz Mazzoni (de 8 a 12, das 10h às 17h);
  • No CEAGESP (dia 10, das 10h às 15h);
  • No Parque da Mooca (de 8 a 12, das 10h às 16h);
  • No Centro Olímpico Thomaz Mazzoni, em Vila Maria (de 8 a 12, das 10h às 17h);
  • Na Subprefeitura de Guaianases (dia 11, das 9h às 16h).

Além desses locais, a vacinação também será oferecida em shoppings centers, supermercados, terminais de ônibus, e estações de trem e metrô. Para esses pontos, é fundamental consultar previamente os dias e horários de funcionamento, pois a disponibilidade pode variar.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

Para informações detalhadas sobre os endereços e horários das ações de vacinação em locais externos, recomenda-se consultar a lista oficial.

A SMS explicou que, "além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a estratégia de disponibilizar vacinas em locais de grande movimentação visa facilitar o acesso aos imunizantes. Esta mobilização tem como propósito ampliar a cobertura vacinal e fortalecer a proteção da população contra enfermidades preveníveis por meio da imunização".

A vacina contra a gripe está disponível para toda a população a partir dos seis meses de idade.

A secretaria reforça a importância de "manter a caderneta de vacinação em dia, especialmente considerando a circulação de vírus respiratórios nesta época do ano e a contínua necessidade de prevenção contra doenças como sarampo e febre amarela".

FONTE/CRÉDITOS: Flávia Albuquerque - repórter da Agência Brasil