Os Estados Unidos classificaram como censura uma diretriz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A norma impede que algoritmos de redes sociais sugiram perfis de políticos durante campanhas, salvo em casos de impulsionamento pago.

Aprovada em fevereiro de 2024, a resolução busca impedir que bigtechs desequilibrem o pleito. A postagem da plataforma X sobre o tema foi criticada por Sarah B. Rogers, do Departamento de Estado norte-americano.

O TSE defende que a medida previne riscos à integridade eleitoral. Especialistas apontam que a regra visa apenas coibir vieses algorítmicos, garantindo maior isonomia entre os concorrentes.

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FONTE/CRÉDITOS: Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil